Estava quase envergonhado ao ver como ela o
excitava. Afastando-se um pouco, para respirar e fitá-la nos olhos, murmurou:
— Não devemos.
— É tarde demais... —
gemeu Lua, antes de beijá-lo outra vez, apertando ainda mais o corpo contra o
dele, acomodando-se entre as coxas fortes. A mão delicada tocou-lhe o pescoço e
o ombro direito, descendo para o peito.
Ele gemeu, deslizando
a mão até os quadris arredondados e puxando-a para si. O calor de Lua
atravessava as roupas, e Arthur enrijeceu quando ela tocou o ombro esquerdo,
cheio de cicatrizes, escondido sob a seda, e retirou sua mão, beijando cada
dedo. Ele quase ficou decepcionado, mas ela continuava a acariciá-lo com a
outra mão, e Arthur percebeu que não queria magoá-lo. Beijando-a com mais
paixão, abriu o cinto do roupão, e tocou o seio macio, sentindo o mamilo
enrijecer. Ele acariciou-a, fazendo-a gemer. E então ela desabotoou a blusa do
pijama, e ele ajudou-a, puxando o tecido pelos ombros até expô-la totalmente. O
olhar dele percorreu os seios nus e, abaixando a cabeça, tomou entre os lábios
o mamilo ereto, sugando, lambendo.
Ela inclinou o corpo
para trás, numa oferta silenciosa, enterrando os dedos nos ombros dele. Ele
mordia, sugava, traçando com a língua pequenos círculos ao redor dos mamilos,
sentindo o gosto de limão e mel, admirando os seios perfeitos à luz da lua. Ela
gritou, um grito de pura paixão, e o desejo de Arthur cresceu.
Queria lhe dar
prazer, queria vê-la gritando no momento do clímax.
Ele a desejava.
— Preciso tocar
você. É tão macia, quente. Tão doce... — Ele estremeceu quando os dedos de Lua
lhe acariciaram . Deixando-se cair sobre o tapete, puxou-a contra si.
Lua abraçou-o, o
corpo dele apenas um vulto contra o luar, enquanto ele a beijava com uma paixão
selvagem. Ele queria mais, e ela estava pronta para lhe dar tudo que desejasse.
— Se quiser parar,
diga — sussurrou ele, afastando os lábios dos dela apenas alguns centímetros.
Lua segurou a
mão dele, que estava sobre o seio macio.
— Se parar
agora, bato em você.
Ele riu, beijando-a
novamente, deslizando os lábios pelo pescoço até chegar aos seios, beijando
cada um deles antes de continuar descendo. Os músculos dela enrijeceram de
antecipação quando a mão dele puxou o elástico da calça de pijama que ela
vestia.
Os dedos de Arthur
encontraram a pele quente e úmida, entre as coxas, e então ele introduziu um
dedo, devagar, na fenda macia.
Lua estremeceu,
agarrando-se às mangas da camisa dele, puxando-o para si. Ele não parou,
acariciando, penetrando mais fundo, levando-a até perto do clímax. Ela
ondulava, gemia, e ele saboreava cada som, cada movimento.
Era uma criatura
selvagem, dizendo a ele como era bom, como o desejava, como queria mais e mais.
— Vamos, minha bela,
quero que se abra para mim — sussurrou ele, os lábios junto ao ouvido de Lua.
— Sou sua — ela
gemeu, guiando a mão dele.
— Ainda não.
Num minuto ele se
afastava, puxava a calça do pijama de Lua e afastava-lhe os joelhos. Uma das
mãos fortes deslizou sob os quadris dela, erguendo-a, a boca cobrindo a carne
macia, os dedos mergulhando mais fundo. Lua gritou, movendo os quadris, e um
turbilhão de desejo a envolveu. A língua dele se movia, provocando, excitando,
fazendo o desejo crescer mais e mais.
Arthur podia sentir
os músculos delicados enrijecerem, o corpo dela pedindo desesperada mente pelo
clímax, e adorou cada sensação. Queria estar dentro dela. Mas nunca poderia ser
assim. Não podia fazer amor com ela no escuro, como uma criatura das trevas.
Lua merecia muito mais de um homem. Mas aquilo era tudo que ele podia lhe dar.
Assim, sugou e lambeu
o botão pulsante, os dedos mergulhando mais fundo, até que ela explodiu de
prazer, gritando. A intensa onda de prazer que sacudiu aquele corpo delicado
atingiu-o intensamente, ameaçando seu autocontrole.
Lua apenas gemeu,
baixinho:
— Acho que vou
morrer...
Ela mal conseguiu respirar, pois Arthur beijou-a novamente, ainda
acariciando-a.
..CONTINUA!...
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5 comentários
eu posto mais
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Posta maaaaaaaaais
ResponderExcluirQro mais!
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