Num impulso, ela
passou os braços à volta do pescoço forte, beijando-o, ofegante, ignorando a
tensão do corpo dele e o fato de que não queria que o tocasse.
— Quero você...
— Não.
— Sim! — Ela abriu um
botão da camisa, deslizando a mão para dentro.
— Não. — Ele
tirou a mão. — Não vou fazer amor com você no escuro. Se o fizer, vou querer
luzes à nossa volta.
— Então acenda as
luzes, agora. Silêncio.
— Você não quer vir
para a luz? Ele não respondeu.
— Entendo. — Ela
respirou fundo. — Nem por mim? Nem agora?
— Não.
— Estou cansada de
ouvir não, Arthur — disse ela, tentando ficar calma enquanto seu corpo ainda
tremia de prazer e a mão dele ainda a tocava.
— Essa é a única
resposta que posso lhe dar. Ela empurrou as mãos dele e afastou-se.
— Pensei que
confiasse em mim. Mas aparentemente é impossível. — Ela levantou-se, sem se
importar em procurar a calça do pijama no escuro, e saiu correndo do quarto.
Arthur sentou-se,
enterrando a cabeça nas mãos, e em seguida passando os dedos por entre os
cabelos. Por que de repente parecia mais escuro do que antes?
...CONTINUA!...
Por que
vocês nunca comentam
aqui, meninas? :(
I need!

























mais mais mais
ResponderExcluirArthur seu froxo pega ela de vez kkkkkkkk (eu safadinha)
ResponderExcluir