Lua agradeceu, correu
para a escada e subiu os degraus de dois em dois, na esperança de que Sofia
tivesse voltado ao quarto. Mas a cama estava vazia. Voltou a chamar, sem obter
resposta.
Lua ouviu ruídos no
quarto de Arthur, e a raiva da noite anterior voltou. Subindo a escada, bateu
na porta.
— Sim?
— Abra a porta!
— Não.
— Já disse que
estou cansada de ouvir isso. Agora, abra, ou juro que vou derrubá-la com uma
das suas preciosas espadas antigas.
Arthur olhou para a
porta, desejando abri-la e beijar Lua.
— Então decidiu
apelar para a violência? — provocou.
— Preciso de sua
ajuda, Arthur. Sofia desapareceu. Arthur soltou os pesos com que se
exercitava, e eles provocaram um baque absurdo ao bater no chão.
...CONTINUA!...

























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