O prazer de Lua também era
seu. E quando mordeu os lábios e estremeceu, no auge do prazer, sentiu o quanto
era importante para ele. Ela agarrou-se a ele com força.
— Arthur! — E por fim, deixou-se
cair no chão, esgotada. Ele riu, e antes que ela pudesse descansar, levantou-se
e tirou o resto das roupas.
Lua abriu os olhos. Ele era
lindo, as coxas firmes, os quadris estreitos, parado à frente dela, o membro
ereto e pulsante. E quando deu um passo para trás, ela ajoelhou, abraçando-o
pelas coxas e percorrendo com os lábios a cicatriz que descia pela perna, até o
joelho. A língua de Lua subiu pela perna, pelas coxas, enquanto as mãos o
acariciavam. E então, ela segurou o membro rígido e fitou-o, diretamente.
Arthur balançou a cabeça, segurando a mão dela e deixou-se cair no chão,
deitando-a de costas.
— Ainda não. Quero sentir
você. — E abrindo as pernas dela sobre as suas, acomodou-se entre elas,
provocando, tocando de leve.
— Venha, agora — disse Lua,
tentando puxá-lo.
— Não quero machucá-la.
— Você não poderia, Arthur.
Nunca.
De repente ela se ergueu,
acomodou-se no colo dele, e guiou-o para dentro de si.
— Eu disse agora.
— Não posso negar nada a
você — gemeu ele. Agarrada aos ombros de Arthur, o olhar perdido no dele,
Lua moveu o corpo, ajudando-o a
penetrá-la mais fundo. Ele era grande, rijo, e ela estremeceu, movendo-se
sensualmente.
— Oh, Lua... é tão...
— Eu sei — disse ela, beijando-o
carinhosamente. — Eu sei. Era perfeito.
Lua sabia que nenhum outro momento em
sua vida seria igual àquele. Nada tão íntimo poderia acontecer. Seu coração já
estava entregue. Era dele.
E agora sua alma também. Os
lábios de Arthur cobriam os dela, ansiosos, famintos. E então ela se mexeu.
Arthur
prendeu a respiração, cerrando os dentes, e Lua deliciou-se com a expressão do
rosto dele enquanto se mexia, flexionando os músculos femininos para lhe dar
mais prazer.
...CONTINUA!...
Estão gostando?

























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