Lua tomou o resto do
vinho e recolocou tudo na caixa. Arthur ficou tenso ao vê-la levantar-se e
caminhar para ele, o roupão fino moldando o corpo esguio.
— Não se aproxime —
sussurrou ele, roucamente.
Ela não obedeceu, e
ele pôde sentir o perfume na pele, nos cabelos dela.
— Lua ...
Estava imóvel, e
quando ela ergueu a mão, mas Arthur segurou-a no ar. Com um gesto rápido ela
soltou-se e acariciou o lado do rosto que não tinha cicatrizes. Os dedos deslizaram
para os cabelos macios, e ele gemeu, baixinho.
— Não sou
Melanie, e você não é Chay. — Os lábios dela tocaram levemente os dele, e
Arthur lutou contra o desejo de colocá-la no colo e saboreá-la com a boca, e as
mãos.
— Não tenho medo de você,
fera. — Ela se mexeu, os lábios tocando a orelha de Arthur, a voz sedutora
enchendo a noite. — Afinal, por que está sempre se aproximando de mim?
Antes que ele pudesse
responder, afastou-se, escapando para a escuridão do corredor. Ele sabia por
que. Estava começando a confiar nela. Tinha lhe contado coisas que jamais
dissera a ninguém. E essas duas coisas eram perigosas. Porque quando estava
perto dela o que menos lhe importava era a imagem que vira no espelho.













Awwwwwwn, quando ele vai deixar ela ver ele?????
ResponderExcluirEm breve... É tão lindo! =))
ResponderExcluirto amando a web <33
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