sexta-feira, 15 de março de 2013

A Bela e a Fera (Capítulo 26)





          —  O quê? 

— Ela está na casa, tenho certeza. Não há pegadas na areia, e Micael não a encontrou lá fora. Estava dormindo no quarto e desapareceu.


— E a gatinha? Lua franziu a testa.


— Também não está em lugar algum. Ela ouviu um grito abafado.


— Meu Deus, eu posso ouvi-la. Onde estará? Arthur vestiu uma camiseta.


— Vou encontrá-la.


—  Como pode fazer isso trancado aí dentro? Que droga, Arthur, saia! Preciso de ajuda.


Arthur foi até a porta, sem abri-la.


— Calma, querida. Eu vou encontrá-la.


O tom da voz dele acalmou-a. Ele a encontraria. Mas não podia ficar parada, esperando. E decidiu prosseguir em sua busca.

Agarrando uma lanterna, Arthur deslizou para a escada de serviço escondida entre as paredes, e desceu um andar, dirigindo-se ao outro lado da casa.


— Sofia ? Sofia?


—  Papai?


— Fique onde está, princesa. Já estou chegando.


— Estou com medo... A gatinha miou.


—  Eu sei, querida. Continue falando comigo. — Arthur subiu a escada estreita. — Pode ver a lanterna?


—  Não. — Era possível perceber o pânico na voz dela.


— Está tudo bem, princesa. Papai está aqui. Nada vai acontecer.


— Está bem.
Arthur sorriu, percebendo que ela tentava ser corajosa.


Ele virou a curva seguinte, desejando que a passagem estreita tivesse alguma iluminação. A escada de serviço, entre as paredes, percorria todo o castelo, e embora ele conhecesse o caminho no escuro, Sofia poderia ficar presa ali durante vários dias, sem encontrar a saída.


— Como achou a escada na parede?


— Serabi passou por baixo da parede, no canto do meu quarto.

...CONTINUA!...

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