Lua viu as marcas no
pescoço.
— Não precisava fazer
isso.
— Eu sei.
— Saia, Arthur.
— Já está cansada da
minha companhia?
— É claro que não.
Mas sei que não é seguro. — Ela suspirou.
— Você nem imagina o
quanto eu desejo que me toque. Mas quero mais além de estar em seus braços —
confessou, com sinceridade. — Quero tudo de você.
Ele ficou parado,
segurando um pedaço de madeira que ia colocar nas chamas.
— Não quero apenas o
homem nas sombras, a voz que me faz sentir viva quando diz meu nome. Não apenas
o corpo, que não me deixa tocar por completo. — Ela parou, como se precisasse
de coragem. — Já tive a metade do amor e da atenção de um homem antes. Já tive
as migalhas... — Lua engoliu em seco, antes de continuar: — Não vou aceitar
isso de novo.
Quando ele não
respondeu, o coração de Lua apertou-se e a dor foi quase insuportável. Por fim,
ela falou, lentamente:
— Não poderemos ter
nada, se não confiar em mim. Tudo parece temporário, como se estivéssemos
usando um ao outro.
Por um longo momento,
apenas fitou-a, travando uma batalha interna entre o que desejava e o que não podia
ter. Arthur ergueu a mão para ela e convidou:
— Venha para mim,
Lua. Enquanto ainda tenho forças. — A mão dele tremia. — Venha ver o monstro
que deseja que a toque.
...CONTINUA!...
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